Depois do surgimento da televisão, durante muito tempo falou-se sobre a extinção do rádio. Porém, o formato de conteúdo não apenas persistiu, como se adaptou. Hoje, ainda existem emissoras de rádio, transmissões de áudio em streaming e podcasts. O e-mail passou pelo mesmo processo.

Com o surgimento de novas ferramentas de comunicação, muitos especialistas especularam que a ferramenta estaria com os dias contados. Mas a verdade não poderia ser mais diferente. O e-mail marketing se adequou às necessidades do usuário, sendo um serviço personalizado, no qual o próprio internauta decide quais informações deseja consumir. Com isso, o modelo de marketing digital também se reformulou.

Quer saber mais sobre essa história? Então continue a leitura! A seguir, descubra por que o e-mail marketing ainda é uma estratégica extremamente viável em campanhas online!

Afinal, o e-mail marketing ainda gera resultados no marketing digital?

Por mais que muita gente acredite que a potência do e-mail marketing caiu, contra fatos não há argumentos. No mundo do marketing, fatos também são conhecidos como métricas. Então, vamos a elas: segundo informações da internacionalmente reconhecida Statista, em 2017 haviam 3.7 bilhões de usuários de serviços de correio eletrônico no mundo — número que deve chegar a mais de 4 bilhões em 2021.

Não é à toa que a ferramenta apresenta um ROI (Retorno Sobre o Investimento) de cair o queixo: 3800%, de acordo com pesquisa realizada pela Salesforce. Isso significa que, para cada dólar gasto nas ações, há um retorno de $38. Como consequência, três quartos das empresas consideram essa como uma ação “boa” ou “excelente” para os negócios.

No Brasil, a estratégia também é um sucesso. Ao observarmos o relatório E-mail Marketing Trends 2018, da Rock Content, percebemos que 76,7% das empresas utilizam a ferramenta. Desses, 96,1% acreditam em sua eficácia.

Em relação aos consumidores, os números não são menos impactantes: 95,9% dos usuários conferem a caixa de entrada todos os dias. Com as estatísticas expostas, a resposta fica clara: sim, o e-mail marketing ainda gera resultados no marketing digital.

Como funciona o e-mail marketing?

O e-mail marketing é a execução de uma ação de marketing por meio do canal e-mail. Sua conceituação é bem simples: o envio de mensagens sequenciais diretamente na caixa de entrada (ou inbox) do usuário. É claro que devemos considerar que essa é uma atividade massiva. Sendo assim, seria impossível para profissionais e equipes enviarem manualmente os recados.

Por isso, muitas vezes são contratadas ferramentas que auxiliam nessa tarefa. Elas enviam a mensagem para uma grande quantidade de usuários. Também podem segmentar as listas de acordo com variáveis como sexo, idade, local ou até mesmo questões comportamentais e demográficas.

Como inserir o e-mail marketing numa estratégia de inbound?

Antigamente, uma prática muito comum era a compra de mailings. Ou seja, o empreendedor pagava por uma extensa lista de contatos de e-mail. É claro que isso não funciona mais nos dias atuais. Pense bem: quantas pessoas você conhece que recebem um anúncio no e-mail e acabam comprando uma promoção? Certamente, muito poucas, para não dizer nenhuma.

Graças a isso, a funcionalidade é muito melhor explorada quando inserida em uma estratégia de inbound marketing. Entre outros benefícios, ela concede um bem fundamental à ação: a permissividade. Ou seja, é o próprio usuário quem inicia o diálogo e fornece o endereço eletrônico para receber informações.

Essa estratégia é baseada no conceito de funil de vendas, e passa por três estágios antes de fechar um negócio. É claro que há muitas variações de sua utilização, mas existe um fundamento básico na jornada do consumidor. Vamos saber como ela funciona?

Marketing de conteúdo

O principal pilar do inbound marketing é o marketing de conteúdo. Na primeira etapa, são criados artigos que têm como objetivo atrair visitantes para as páginas de um blog, por meio do Google e outros mecanismos de buscas.

Assim, quando um usuário encontra um texto útil no blog da empresa, ele acessa o conteúdo, certo? Acontece que, ao final da leitura, recebe um convite para assinar a newsletter. Quando ele aceita, torna-se um lead. Nesse momento, o usuário acaba de ceder o endereço eletrônico e mostra que está interessado nas informações que a empresa fornece e, possivelmente, no que vende.

Fluxo de nutrição

Mesmo após o cadastro, ainda não é a hora de fazer uma oferta. Afinal, não foi para isso que o usuário assinou a newsletter. Nessa etapa, a responsabilidade da marca é enviar conteúdos úteis que resolvam os problemas do assinante. Chamamos isso de fluxo de nutrição, ou seja, gerar relacionamento.

Com essa ação, ele passará a enxergar a empresa como autoridade no assunto, estabelecerá uma relação de confiança e a terá sempre em mente quando surgir um obstáculo.

Lead scoring

Lembra-se das plataformas de e-mail marketing? Pois é. Outra de suas funções inclui atribuir pontos para cada interação do usuário com as mensagens enviadas. Isso é realizado para medir o engajamento do assinante. Um exemplo: abrir uma mensagem de e-mail adicionam 10 pontos ao placar do lead. Clicar em um artigo recomendado, outros 15. Curtir a página no Facebook, mais 20.

Por fim, ele assiste um vídeo, faz um download, não apaga nenhum e-mail e… Bum! Quando a plataforma identifica um alto grau de engajamento (ou chega aos 100 pontos), reconhece que ele está preparado para receber uma oferta.

As chances de ele comprar, é claro, são muitas vezes maiores do que se você tivesse simplesmente apresentado um produto ou serviço. E essa é a mágica do inbound marketing.

Ah, vale lembrar que cada um desses processos pode ser automatizado com a ajuda de plataformas, o que facilita bastante o trabalho. Elas aumentam a eficiência dos processos, evitam erros e simplificam tarefas que seriam muito complicadas se realizadas manualmente.

Bom, agora que você já sabe tudo o que precisa sobre o e-mail marketing e comprovou sua eficácia, que tal implementar essas ações na sua empresa? Não é preciso investir milhões de reais para tirar proveito dessa estratégia.

Não acredita? Então clique aqui e aprenda a lidar com um orçamento de marketing reduzido.

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